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Dezembro 2014: Porque investir em tecnologias limpas?

Investir em tecnologias limpas, como os projetos SIRESP e Recalfrio, é lucrativo; industrias fortes em tecnologias limpas podem transformar um país em liderança mundial. É possível observar isto em alguns países pioneiros neste setor como Dinamarca, onde a produção do setor de tecnologia limpa representa 3% do PIB do país, Israel que desde a década de 50 assumiu o compromisso de desenvolver tecnologias ambientalmente corretas para lidar com seus escassos recursos energéticos e disponibilidade de água limitada e a Suécia em que as tecnologias limpas estão presentes desde a construção verde à reciclagem mecânica e energética do resíduo sólido.

O Relatório Planeta Vivo da WWF prevê que os ganhos das industrias que desenvolvem este tipo de tecnologia devem movimentar 1600 bilhões de euros em 2020, ficando atrás somente do setor de produtos eletrônicos e automóveis. Em 2007 as tecnologias limpas movimentaram 630 bilhões de euros, ganhando da industria farmacêutica.

Observando potências mundiais investindo em tecnologias limpas e dados do relatório citado anteriormente pode-se chegar a uma conclusão quase óbvia: governos e iniciativa privada devem investir em tecnologias limpas, com subsídio e recursos diretos respectivamente; além de se tratar da segurança energética do planeta são nas tecnologias limpas em que o futuro tanto econômico quando social e ambiental está.

Os governos podem apoiar estas iniciativas com subsídios, energias renováveis, metas e políticas de contrato. Segundo a WWF renunciar oportunidades de investimento em tecnologias limpas é agir contra os interesses mundiais, pelo velho hábito de se utilizar combustíveis fósseis em razão da pressão das industrias tradicionais.

 

Fonte: WWF e Ecodesenvolvimento

 

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